Meu ex terminou comigo tem 4 meses, eu literalmente não sei o que fazer, eu amo ele mais que qualquer coisa, ele é a maior prioridade na minha vida, a gente estuda na mesma sala isso me corrói por dentro cada dia mais e mais, eu não sei o que fazer. Vi um desabafo dele no facebook dizendo : EU AINDA AMO MINHA ÊX, MAS SOU TÃO BOSTA QUE MEU ORGULHO FALA MAIS ALTO, eu corri atrás dele mais de 10 vezes e ele não dava a mínima idéia, agora que ele mudou pra mesma escola que eu e estamos na mesma sala, parece que ele se decidiu, mas é tão orgulhoso que não consegue se decidir. Ele está seguindo um caminho completamente diferente do meu e tudo o que eu mais quero é que voltemos para o nosso caminho e que sejamos muito mais feliz do que éramos antes! ?
Eu não tenho fobia com ex, ao menos não com uma ex que tenha sido bem vivida, bem curtida. Fico mais apreensiva em relação àquelas que podem vir a ser casos passageiros, aventurazinhas bobas, mas que podem surpreender. Não temo fantasmas, temo gente bem viva, bem acordada, oferecendo novidades, fantasias. Ex é um direito adquirido. Chegou antes. Tem privilégios. Merece respeito. E se seu grande amor cair nessa armadilha, terminar com você e voltar para o passado, relaxe, não se apavore. Será sua vez de assombrar. A ex agora é você.
Não faça com o outro o que você não gostaria que fizessem com você. Não é à toa que essa frase é um clássico conselho. A hipocrisia de exigir algo que você não faz traz muita inconsistência pra dentro de um relacionamento. Peça, mas também faça! Ou, então, evite fazer aquilo que vai chatear o outro. A união de vocês dois precisa ser baseada em igualdade. A mancada que você dá hoje pode ser a mancada com que você sofrerá amanhã.
Isso pode ter acontecido. Os homens muitas vezes não se comunicam bem, portanto, é possível que talvez você nem saiba que ele não não estava satisfeito na relação. A maior parte do universo masculino não gosta de se lamentar, e por isso, alguns preferem dar qualquer desculpa e partir para outra. Se acha que esse pode ser o seu caso, não se preocupe, é possível contornar a situação e voltar com o ex.
conversa honesta é também um dos passos sobre como corrigir um relacionamento que está quebrado. Depois de refletir sobre o seu relacionamento, é necessário para tanto de você para discutir os problemas em seu relacionamento quebrado. O importante é focalizando os sentimentos que o seu parceiro e você está sofrendo em vez de criticar os erros. Mostrar o seu parceiro que você está disposto a ouvir o seu sentimento sobre o assunto. E você também deve expressar seu sentimento também. Ambos você pode entender um ao outro e evitar repetir esse erro.
Diversos motivos podem ser apontados para que um cara deixe de te procurar. A maioria deles está relacionada ao fato de que os homens têm muito medo de compromisso, quase sempre. Mas cada caso é um caso e há outras possíveis razões para ele ter se afastado de você. Algumas dessas razões podem mesmo ser sua culpa, então não custa nada repensar seu comportamento antes de considerar o rapaz um tremendo cafajeste.
Como falei aqui no começo do guia de como voltar com o ex, esse manual não é para quem tinha uma relação insegura, abusiva e tóxica. Se ele te tratava mal, te enganou, te traiu etc, por favor, vamos tentar superar esse seu ex juntas. Esse passo a passo são só para mulheres que tiveram um término ou separação por motivos mais “amenos”, digamos assim, e que querem uma nova chance.

Compartilhem as suas inseguranças. Reflita se há vergonha no relacionamento. Você e o seu parceiro podem se envergonhar de algum comportamento, ou um dos dois pode tentar envergonhar o outro em uma briga. Esforce-se ao máximo para manter a humilhação fora do relacionamento. Se houver esse sentimento, fale com o parceiro. A culpa e a vergonha não motivam o comportamento positivo nem incentivam mudanças.[15]


Pense o seguinte. Uma relação é como uma conta bancária. Cada vez que você discute é como se estivesse tirando dinheiro da conta, e quando tem boas experiências, é como se estivesse fazendo um depósito. O importante é ter em conta o saldo positivo, mais depósitos e menos gastos, certo? Então responda para você: a sua relação era de mais saldos ou mais despesas? Vale a pena voltar com ele?

Saudade não é ex, tampouco amor. Mas a vida da qual abrimos mão por um sonho (ou por um erro) é passado. E de escolhas e de perdas é feita a nossa história. Não há nada que se possa fazer a não ser carregar por um tempo um peso sufocante de impotência: eu escolhi que aquele fosse o último abraço. Agora é outra que se perde em ombros tão largos, tomara que ela não se perca tanto ao ponto de um dia não enxergar o quanto aquele abraço é o lado bom da vida. Da vida que te desemprega mesmo depois de tantas noites em claro e de tantos beirutes indigestos. Da vida que te abre uma porta que você jura ser a certa mas quando resolve entrar descobre duas crianças brincando na sala e uma mulher esperando no quarto. Da vida que te confunde tanto que você quer se afastar de tudo para entendê-la de fora. Da vida que te humilha tanto que você quer se ajoelhar numa igreja. Da vida que te emociona tanto que você não quer pensar. Da vida que te engana. Aquele abraço era o lado bom da vida, mas para valorizá-lo eu precisava viver. E que irônico: pra viver eu precisava perdê- lo. Se fosse uma comédia-romântica-americana, a gente se encontraria daqui a um tempo e eu diria a ele, que mesmo depois de ter conhecido homens que não gritavam quando eu acendia a luz do quarto, não amavam os amigos acima de, não espirravam de uma maneira a deixar um fio de meleca pendurado no nariz, não usavam cueca rosa, não cantavam tão mal e tampouco cismavam de imitar o Led Zeppelin, não tinham a mania de aumentar o rádio quando eu estava falando, não ligavam se eu confundisse italiano com espanhol e argentino, nomes de capitais, movimentos artísticos, datas de revoluções e nomes de queijo, era ele que eu amava, era ele que eu queria.


A correria da vida cotidiana muitas vezes é a grande responsável pelos problemas dos relacionamentos. Allen Wagner, terapeuta conjugal e familiar, aconselha: "Frequentemente, quando o casal começa a construir uma vida a dois, a conexão é difícil. Vocês se desdobram para cuidar da casa, da carreira e, muitas vezes, dos filhos — nesse último caso, há também a escola, as roupas das crianças, as atividades extracurriculares, as festas de aniversário, e muitas outras responsabilidades para ocupar a cabeça dos parceiros. Para completar, você também tenta cuidar da pessoa amada e de si mesmo, e lidar com tantos afazeres exige muita organização. Lembrem-se de sempre encorajar o esforço um do outro e de reservar tempo a dois, fazendo planos, sonhando e se concentrando juntos no futuro."
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